Toques rápidos do dia!

Segue alguns recortes de alguns posts do  dia realizado pelo Primeiro Programa da rádio Transamérica.

Distância

“A distância mais longa é a que separa a cabeça do coração”.

(Thomas Merton)

“Todas as coisas devem ser feitas da forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível”. 
(Albert Einstein)

 

O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo”. 
(Clarice Lispector)

O fator decisivo para vencer o maior obstáculo é, invariavelmente, ultrapassar o obstáculo anterior”. 
(Henry Ford)

 

TOQUE BRAHMA KUMARIS

Coragem

Coragem é dar um passo em direção a uma área de dificuldade sem uma solução em mente, mas mesmo assim, sentindo que a vitória está adiante. É dizer o que você acredita, sem diluir, sem desejar aprovação, e sabendo que um pensamento profundamente conectado com o ideal é forte o suficiente para resistir à oposição. Coragem, enfim, é poder.

 

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Viver não dói

 

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
Mas das coisas que foram sonhadas
E não se cumpriram.

 

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
Apenas agradecer por termos conhecido
Uma pessoa tão bacana,
Que gerou em nós um sentimento intenso
E que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.

 

Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
O que foi desfrutado e passamos a sofrer
Pelas nossas projeções irrealizadas,
Por todas as cidades que gostaríamos
De ter conhecido ao lado do nosso amor
E não conhecemos,
Por todos os filhos que
Gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
Por todos os shows e livros e silêncios
Que gostaríamos de ter compartilhado,
E não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.

 

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.

 

Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.

 

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

 

Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.

 

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

 

A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

 

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Fé é colocar seu sonho à prova!

 

(atribuído a Carlos Drummond de Andrade) 

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Fale, não represente

Quando uma pessoa expressa seus sentimentos com palavras, em vez de ações, reduz as chances de ser mal interpretada e leva o parceiro a reagir receptivamente. Fechar-se em silêncio, ou pisar duro e bater portas, são atitudes que mostram a existência de um problema e que os parceiros não expressam convenientemente seus sentimentos. Quando uma pessoa se sente magoada, triste ou zangada, seu primeiro impulso pode ser o de expressar seu estado emocional com atitudes, ao invés de usar as palavras. Dramatizar a mágoa, a tristeza ou a raiva pode ser preferível à repressão das emoções, mas os seres humanos têm a capacidade de falar – o que é sempre uma opção melhor.

Quando dizemos “eu me sinto”, dando nome à emoção e explicando o seu motivo, abrimos caminho para a solução do problema… Além disso, colocar os sentimentos em palavras permite expressar a sua intensidade… Expressar sentimentos ruins verbalmente demonstra tanto a coragem da pessoa que fala como a confiança que é depositada naquela que ouve. É preciso ter coragem para mostrar fragilidade, para falar a outra pessoa a respeito de momentos que provocaram mágoa, perturbação ou que representaram um insulto.

Mas, falar não significa “explodir” de raiva… quanto mais emocionalmente intensa for a linguagem, mais intensa será a reação do outro. E quanto mais os dois se inflamarem, mais aumentará a probabilidade de tomarem posições opostas… Por isso, preste atenção às palavras que usa para descrever seus sentimentos negativos e, principalmente, ao modo como fala – esses são os pontos chave para o outro reagir de maneira construtiva.

(texto de Susan Heitler, do livro “A arte do relacionamento”)

 

 

 

via Primeiro Programa.

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